68 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Pecuarista
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ferdinando Coutinho (Ferdinando Araújo Coutinho) disputou 6 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Matões em 2020 e 2016; vereador de Matões em 2008; vereador de Caxias em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Matões/MA: 10.163 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Matões/MA, declarou R$ 181 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 112 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 179 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 56 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 30 mil) e serviços advocatícios (R$ 18 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 160 mil em 2016 e R$ 3 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
10.163 votos em 2020 (eleito) · 6 eleições
A votação de Ferdinando Araújo Coutinho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 181 mil em receitas · R$ 179 mil em gastos
Ferdinando Coutinho declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Matões (MA) em 2008, e prefeito em Matões (MA) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 181 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 112 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 179 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 56 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 30 mil). Em 2016, R$ 160 mil em gastos contratados; em 2008, 50% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.
Receitas em 2020R$ 181 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 179 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 160 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 11% · pessoas 23% · próprios 66%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil50,4%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 71427,7%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 451,7%
Outras 1 categoriaR$ 52320,2%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2008ELEITO1.080LMatões, Maranhão · 56 anos · Ensino médio completo · Agricultor · PSDB · nº 45444 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2000ELEITO1.458LCaxias, Maranhão · 48 anos · Ensino médio completo · PSD · nº 41111 · ver resultado completo
Coligação: PSD / PSDB
Vereador · 1996ELEITO1.431LCaxias, Maranhão · 44 anos · Ensino médio completo · PFL · nº 25611 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.