Nilma Kamers disputou 1 eleição, em 2016, para vereadora em Blumenau/SC, com 187 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereadora em Blumenau/SC, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 909 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 50 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 550) e serviços de terceiros (R$ 359).
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 4 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos contratados
Nilma Kamers declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Blumenau (SC) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 909 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 50 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 550).
partido e outras campanhas 22% · pessoas 77% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil69,9%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 55013,1%
Serviços de terceirosR$ 3598,6%
Combustíveis e lubrificantesR$ 1222,9%
Outras 3 categoriasinclui R$ 140 lançados como "diversas a especificar"R$ 2285,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.