Otávio Silveira Sobral

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Otávio Silveira Sobral
7 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PP
59 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
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Otávio Sobral (Otávio Silveira Sobral) disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, vereador, deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Itaporanga D Ajuda em 2020 e 2016; vereador de Itaporanga D Ajuda em 2012, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Itaporanga D Ajuda/SE: 10.800 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Itaporanga D Ajuda/SE, declarou R$ 173 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 80 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 22 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 158 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 21 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil) e publicidade por carros de som (R$ 15 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 58 mil em 2016 (45% com serviços de terceiros) e R$ 9 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

10.193 votos em 2020 (eleito) · 7 eleições

A votação de Otávio Silveira Sobral em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 173 mil em receitas · R$ 158 mil em gastos

Otávio Sobral declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Sergipe em 2006, vereador em Itaporanga D Ajuda (SE) em 2012, e prefeito em Itaporanga D Ajuda (SE) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 173 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 80 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 22 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 158 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 21 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil). Em 2016, 45% dos R$ 58 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2012, 44% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.

Receitas em 2020R$ 173 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 158 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 58 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Itaporanga D Ajuda (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 173 mil
9 doadores pessoas físicas
FEFC 41% · pessoas 47% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 158 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços contábeisR$ 21 mil13,4%
  • Materiais impressosR$ 21 mil13,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 15 mil9,5%
  • Serviços advocatíciosR$ 15 mil9,5%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 44 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 85 mil54,2%
2016Prefeito, Itaporanga D Ajuda (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 58 mil
6 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 17% · pessoas 83% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 58 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 26 mil44,8%
  • Materiais impressosR$ 6 mil10,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil9,5%
  • PessoalR$ 4 mil6,9%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 17 mil28,9%
2012Vereador, Itaporanga D Ajuda (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 74% · empresas 18%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil44,4%
  • Materiais impressosR$ 2 mil19,5%
  • Publicidade por carros de somR$ 2 mil18,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil13,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 3504,0%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, SergipeVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 32 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 52% · pessoas 48% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 32 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil13,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil10,9%
  • Materiais impressosR$ 3 mil9,7%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil5,0%
  • Outras 6 categoriasR$ 19 mil60,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2012, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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