Paderinho

Foto de Deusimar Miranda da Rocha
Paderinho
Deusimar Miranda da Rocha (nome civil)
6 eleições entre 2008 e 2024 · último partido REPUBLICANOS
49 anos em 2024 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Vereador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paderinho (Deusimar Miranda da Rocha) disputou 6 eleições entre 2008 e 2024, para vice-prefeito, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Wanderlândia em 2024; vereador de Wanderlândia em 2020; vereador de Babaçulândia em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por TO: 1.576 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Wanderlândia/TO, declarou R$ 991 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 991, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 541), serviços contábeis (R$ 200) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 150). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2016 (60% com serviços de terceiros) e R$ 2 mil em 2012.

Vice-Prefeito · 2024
4.586
votos · Wanderlândia, Tocantins · vice não recebe voto nominal
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

277 votos em 2020 (eleito) · 6 eleições

A votação de Deusimar Miranda da Rocha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 991 em receitas · R$ 991 em gastos

Paderinho declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Babaçulândia (TO) em 2008, 2012 e 2016, deputado estadual por Tocantins em 2018, e vereador em Wanderlândia (TO) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 991 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 991, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 541) e serviços contábeis (R$ 200). Em 2016, 60% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2012, 51% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 991campanha encerrada
Gastos em 2020R$ 991campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Wanderlândia (TO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 991
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 991
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 54154,6%
  • Serviços contábeisR$ 20020,2%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 15015,1%
  • Serviços advocatíciosR$ 10010,1%
2018Deputado estadual, TocantinsVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
doações de pessoas
FEFC 1% · Fundo Partidário 35% · partido e outras campanhas 30% · pessoas 34%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Babaçulândia (TO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 10% · partido e outras campanhas 13% · pessoas 60% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil59,8%
  • Materiais impressosR$ 42823,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 30016,3%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 120,6%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, Babaçulândia (TO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 15% · pessoas 82% · empresas 3%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil50,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 73631,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2008,5%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 217 lançados como "diversas a especificar"R$ 2179,2%
2008Vereador, Babaçulândia (TO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 22% · pessoas 25% · empresas 4% · próprios 49%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 10 mil100,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2012, 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892