Diane

Foto de Diane Vieira de Vasconcellos Alves
Diane
Diane Vieira de Vasconcellos Alves (nome civil)
5 eleições entre 2004 e 2020 · último partido DEM
50 anos em 2020 · Feminino · Superior completo
Odontólogo
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Diane (Diane Vieira de Vasconcellos Alves) disputou 5 eleições entre 2004 e 2020, para prefeita e vice-prefeita. Ela foi eleita 1 vez: prefeita de Alto Paraguai em 2016. A maior votação foi em 2016, para prefeita em Alto Paraguai/MT: 2.699 votos. Na campanha de 2020 para prefeita em Alto Paraguai/MT, declarou R$ 72 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil do Fundo Partidário, R$ 25 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 65 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 17 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 13 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 49 mil em 2016 e R$ 10 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

1.650 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de Diane Vieira de Vasconcellos Alves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 72 mil em receitas · R$ 65 mil em gastos

Diane declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeita em Alto Paraguai (MT) em 2008, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 72 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil do Fundo Partidário, R$ 25 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 65 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 17 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 13 mil). Em 2016, R$ 49 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 10 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 72 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 65 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 49 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeita, Alto Paraguai (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 72 mil
6 doadores pessoas físicas
FEFC 42% · Fundo Partidário 14% · pessoas 34% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 65 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 17 mil26,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil20,4%
  • Materiais impressosR$ 8 mil12,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 8 mil11,5%
  • Outras 8 categoriasR$ 19 mil28,7%
2016Prefeita, Alto Paraguai (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 49 mil
19 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 20% · pessoas 77% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 49 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 12 mil23,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil19,7%
  • Materiais impressosR$ 9 mil17,5%
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil14,4%
  • Outras 10 categoriasR$ 12 mil24,6%
2008Prefeita, Alto Paraguai (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
9 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil31,1%
  • Materiais impressosR$ 2 mil18,0%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 810,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 5 mil50,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleita em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892