Raimundo Antonio

Foto de Raimundo Antonio Silva Borges
Raimundo Antonio
Raimundo Antonio Silva Borges (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido PL
60 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Raimundo Antonio (Raimundo Antonio Silva Borges) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Pedro do Rosário em 2016. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Pedro do Rosário/MA: 9.456 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Pedro do Rosário/MA, declarou R$ 181 mil em receitas: R$ 120 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 180 mil, principalmente com comícios (R$ 50 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 41 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 29 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 166 mil.

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Evolução da votação nas eleições

5.160 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Raimundo Antonio Silva Borges em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 181 mil em receitas · R$ 180 mil em gastos

Raimundo Antonio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Pedro do Rosário (MA) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 181 mil em receitas: R$ 120 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 180 mil, principalmente com comícios (R$ 50 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 41 mil). Em 2016, R$ 166 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 181 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 180 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 166 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Pedro do Rosário (MA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 181 mil
20 doadores pessoas físicas
FEFC 66% · pessoas 11% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 180 mil
tudo pago (100%)
  • ComíciosR$ 50 mil27,8%
  • Materiais impressosR$ 41 mil22,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 29 mil15,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 28 mil15,3%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 33 mil18,4%
2016Prefeito, Pedro do Rosário (MA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 166 mil
11 doadores pessoas físicas
pessoas 9% · próprios 91%
Gasto contratado
R$ 166 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 41 mil24,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 32 mil19,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 28 mil16,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 18 mil10,9%
  • Outras 8 categoriasR$ 47 mil28,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892