José Valmir Monteiro disputou 9 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 6 vezes: prefeito de Lagarto em 2016 e 2008; deputado estadual em 2014, 2006, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Lagarto/SE: 32.966 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Lagarto/SE, declarou R$ 129 mil em receitas: R$ 100 mil de doações privadas (60 doadores) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 129 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 21 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 16 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 164 mil em 2014 e R$ 269 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
32.966 votos em 2016 (eleito) · 9 eleições
A votação de Jose Valmir Monteiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 129 mil em receitas · R$ 129 mil em gastos contratados
José Valmir Monteiro declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Sergipe em 2006 e 2014, e prefeito em Lagarto (SE) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 129 mil em receitas: R$ 100 mil de doações privadas (60 doadores) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 129 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 21 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil). Em 2014, R$ 164 mil em gastos contratados; em 2012, 45% dos R$ 269 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2016R$ 129 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 129 milcontratados
Gastos em 2014R$ 164 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 30% · pessoas 33% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 63 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 11 mil17,8%
Serviços de terceirosR$ 1 mil1,9%
Outras 9 categoriasR$ 51 mil80,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.