- Militância e mobilização de ruaR$ 438 mil28,9%
- Materiais impressosR$ 386 mil25,5%
- PessoalR$ 321 mil21,2%
- Cessão ou locação de veículosR$ 160 mil10,6%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 207 mil13,7%
Segundo o Radar do Voto, Junynho Martins (PP) ficou como suplente de deputado federal por Minas Gerais em 2026, com 81.676 votos, pelo resultado oficial do TSE. Junynho Martins (Moacir Martins da Costa Junior) disputou 7 eleições entre 2004 e 2026, para deputado federal, prefeito, deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Ribeirão das Neves em 2020 e 2016; vereador de Ribeirão das Neves em 2008. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por MG: 81.676 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por MG, declarou R$ 2,5 milhões em receitas: R$ 2,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 4 mil de outros recursos do partido, R$ 264 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 35 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 438 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 386 mil) e pessoal (R$ 321 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,1 milhão em 2020 e R$ 553 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Moacir Martins da Costa Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Junynho Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Ribeirão das Neves (MG) em 2008, deputado estadual por Minas Gerais em 2014, prefeito em Ribeirão das Neves (MG) em 2016 e 2020, e deputado federal por Minas Gerais em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,5 milhões em receitas: R$ 2,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 4 mil de outros recursos do partido, R$ 264 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 35 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 438 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 386 mil); R$ 175 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 1,1 milhão em gastos; em 2016, R$ 553 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.