- Materiais impressosR$ 40 mil19,2%
- Militância e mobilização de ruaR$ 32 mil15,4%
- Serviços de terceirosR$ 4900,2%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 136 mil65,2%
Martinha Rodrigues (Martinha Rodrigues Neto) disputou 5 eleições entre 2008 e 2022, para deputada estadual e prefeita. Ela foi eleita 1 vez: prefeita de Natividade em 2016. A maior votação foi em 2016, para prefeita em Natividade/TO: 2.165 votos. Na campanha de 2022 para deputada estadual por TO, declarou R$ 293 mil em receitas: R$ 285 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 8 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 208 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 50 mil), serviços contábeis (R$ 40 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 40 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 164 mil em 2020 e R$ 44 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Martinha Rodrigues Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Martinha Rodrigues declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeita em Natividade (TO) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputada estadual por Tocantins em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 293 mil em receitas: R$ 285 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 8 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 208 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 50 mil) e serviços contábeis (R$ 40 mil). Em 2020, R$ 164 mil em gastos; em 2016, 40% dos R$ 44 mil em gastos contratados foram com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.