- PessoalR$ 591 mil85,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 30 mil4,3%
- Locação de imóveisR$ 10 mil1,4%
- Materiais impressosR$ 4 mil0,6%
- Outras 2 categoriasR$ 60 mil8,6%
Luis Tibé (Luis Henrique de Oliveira Resende) disputou 8 eleições entre 2000 e 2022, para deputado federal, prefeito, vereador e governador. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2022, 2018, 2014 e 2010; vereador de Belo Horizonte em 2008. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por MG: 114.948 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por MG pelo AVANTE. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 254,7 milhões empenhados em 75 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 176 municípios; 94% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por MG, declarou R$ 1,7 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 347 mil do Fundo Partidário e R$ 105 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 696 mil, principalmente com pessoal (R$ 591 mil), publicidade por adesivos (R$ 60 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 30 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 2 milhões em 2022 (51% com militância e mobilização de rua) e R$ 1,4 milhão em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Luis Henrique de Oliveira Resende em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Luis Tibé declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: governador por Minas Gerais em 2006, vereador em Belo Horizonte (MG) em 2008, deputado federal por Minas Gerais em 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026, e prefeito em Belo Horizonte (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,7 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 347 mil do Fundo Partidário e R$ 105 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 696 mil, principalmente com pessoal (R$ 591 mil) e publicidade por adesivos (R$ 60 mil); R$ 168 mil já foram pagos. Em 2022, 51% dos R$ 2 milhões em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2018, 78% dos R$ 1,4 milhão em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Luis Tibé teve R$ 254,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 75 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 176 municípios. Já foram pagos R$ 238,5 milhões (94%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (52%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Itamarandiba, São João da Ponte e Mamonas. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 117,6 milhões em 14 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 81,4 milhões em 29 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 55,8 milhões em 32 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 39,9 milhões | R$ 31,4 milhões | 79% | 5 | 58 |
| 2025 | R$ 39,7 milhões | R$ 36,4 milhões | 91% | 5 | 65 |
| 2024 | R$ 37,9 milhões | R$ 37,9 milhões | 100% | 4 | 36 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 117,6 milhões | R$ 105,6 milhões | 90% | 14 | 86 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.