- Serviços advocatíciosR$ 6 mil38,6%
- Serviços contábeisR$ 6 mil38,6%
- Materiais impressosR$ 2 mil11,6%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil11,2%

Rackel Costa Leite (PT) ficou como suplente de deputada estadual pelo Maranhão em 2026, com 1.529 votos, pelo resultado oficial do TSE. Rackel Costa Leite (Rackel de Assis Pereira Costa Leite) disputou 2 eleições entre 2016 e 2026, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputada estadual por MA: 1.529 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por MA, declarou R$ 60 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 50 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 6 mil), serviços contábeis (R$ 6 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 700, 71% com serviços de terceiros.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Rackel de Assis Pereira Costa Leite em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Rackel Costa Leite declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em São Bento (MA) em 2016, e deputada estadual por Maranhão em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 60 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 50 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 6 mil) e serviços contábeis (R$ 6 mil); R$ 0 já foram pagos. Em 2016, 71% dos R$ 700 em gastos contratados foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.