Juliana Vasconcelos

Foto de Juliana Vasconcelos da Silva
Juliana Vasconcelos
Juliana Vasconcelos da Silva (nome civil)
3 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PTB
39 anos em 2016 · Feminino · Superior completo
Professor de Ensino Superior
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Juliana Vasconcelos (Juliana Vasconcelos da Silva) disputou 3 eleições entre 2004 e 2016, para vereadora, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para vereadora em Santa Bárbara D Oeste/SP: 152 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Paulo de Faria/SP, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 100 de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 780), serviços de terceiros (R$ 780) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 350). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 334.

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Evolução da votação nas eleições

57 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Juliana Vasconcelos da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Juliana Vasconcelos declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Santa Bárbara D Oeste (SP) em 2008, e vereadora em Paulo de Faria (SP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 100 de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 780) e serviços de terceiros (R$ 780). Em 2008, R$ 334 em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados
Gastos em 2008R$ 334contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereadora, Paulo de Faria (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 95%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 78036,3%
  • Serviços de terceirosR$ 78036,3%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 35016,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1004,6%
  • Outras 2 categoriasR$ 1426,6%
2008Vereadora, Santa Bárbara D Oeste (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 334
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 82% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 334
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 334100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892