Ana Vicentina Tonelli

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Ana Vicentina Tonelli
8 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PSDB
76 anos em 2020 · Feminino · Ensino médio completo
Locutor e Comentarista de Rádio e Televisão e Radialista
redes informadas ao TSE
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Ana Tonelli (Ana Vicentina Tonelli) disputou 8 eleições entre 1996 e 2020, para vereadora e deputada estadual. Ela foi eleita 4 vezes: vereadora de Jundiaí em 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputada estadual por SP: 26.150 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Jundiaí/SP, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 10 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e serviços advocatícios (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 31 mil em 2016 (43% com pessoal) e R$ 17 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

716 votos em 2020 · 8 eleições

A votação de Ana Vicentina Tonelli em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 17 mil em receitas · R$ 15 mil em gastos

Ana Tonelli declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputada estadual por São Paulo em 2006, e vereadora em Jundiaí (SP) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 10 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil). Em 2016, 43% dos R$ 31 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2012, R$ 17 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 17 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 15 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 31 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereadora, Jundiaí (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
sem doações de pessoas
FEFC 88% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 15 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 10 mil66,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil20,0%
  • Serviços advocatíciosR$ 2 mil13,3%
2016Vereadora, Jundiaí (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 31 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 70% · partido e outras campanhas 13% · pessoas 13% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 31 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 13 mil42,8%
  • Materiais impressosR$ 10 mil30,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil11,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil7,0%
  • Outras 4 categoriasR$ 3 mil8,5%
2012Vereadora, Jundiaí (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 37 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 78% · empresas 3%
Gasto contratado
R$ 17 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil39,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil31,7%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 2 mil11,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil8,1%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil9,9%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Vereadora, Jundiaí (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 40 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 55% · empresas 25% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 40 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Despesas postaisR$ 12 mil29,4%
  • Materiais impressosR$ 5 mil12,0%
  • PessoalR$ 5 mil11,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil6,4%
  • Outras 8 categoriasR$ 16 mil40,5%
2006Deputada estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 196 mil
25 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 22% · pessoas 44% · empresas 26% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 196 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 25 mil13,0%
  • Materiais impressosR$ 24 mil12,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 17 mil8,6%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 13 mil6,8%
  • Outras 21 categoriasinclui R$ 330 lançados como "diversas a especificar" e R$ 40 doados a outros candidatos e partidosR$ 116 mil59,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleita em 2000, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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