Buscar

Diego Monteiro

Foto de Diego Monteiro de Souza
Diego Monteiro
Diego Monteiro de Souza (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2020 · NOVO
33 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Economista
redes informadas ao TSE

Diego Monteiro (Diego Monteiro de Souza) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em São Paulo/SP: 1.618 votos. Na campanha de 2020 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 38 mil em receitas: R$ 7 mil de outros recursos do partido, R$ 28 mil de doações privadas (9 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 8 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 3 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 31 mil, 47% com serviços próprios prestados por terceiros.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

1.540 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Diego Monteiro de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 38 mil em receitas · R$ 20 mil em gastos

Diego Monteiro declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 38 mil em receitas: R$ 7 mil de outros recursos do partido, R$ 28 mil de doações privadas (9 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 8 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil). Em 2016, 47% dos R$ 31 mil em gastos contratados foram com serviços próprios prestados por terceiros.

Receitas em 2020R$ 38 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 20 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 31 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 38 mil
9 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
partido 18% · pessoas 74% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 20 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 8 mil41,3%
  • Materiais impressosR$ 6 mil31,2%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 3 mil16,0%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil10,5%
  • Outras 2 categoriasR$ 1810,9%
2016Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 31 mil
doações de pessoas
pessoas 10% · próprios 90%
Gasto contratado
R$ 31 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 15 mil47,2%
  • Materiais impressosR$ 5 mil16,5%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil11,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil10,3%
  • Outras 4 categoriasR$ 5 mil14,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.