Joao Alves da Rocha

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Joao Alves da Rocha
4 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PPS
62 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Trabalhador Rural
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Joao de Louro (João Alves da Rocha) disputou 4 eleições entre 2000 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Porteirinha em 2000. A maior votação foi em 2004, para vereador em Porteirinha/MG: 642 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Serranópolis de Minas/MG, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 500 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 840), baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 500) e serviços de terceiros (R$ 350). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 44% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

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Evolução da votação nas eleições

62 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Joao Alves da Rocha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Joao de Louro declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Porteirinha (MG) em 2008, e vereador em Serranópolis de Minas (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 500 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 840) e baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 500). Em 2008, 44% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2016R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados
Gastos em 2008R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Serranópolis de Minas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 22% · próprios 78%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 84037,7%
  • Serviços de terceirosR$ 35015,7%
  • Materiais impressosR$ 23010,3%
  • Outras 3 categoriasR$ 80836,3%
2008Vereador, Porteirinha (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
pessoas 3% · próprios 97%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 30024,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 91875,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Joao Alves da Rocha (Joao de Louro): candidaturas e votos · Radar do Voto