Miguelzinho

Foto de Miguel Santos de Oliveira
Miguelzinho
Miguel Santos de Oliveira (nome civil)
3 eleições entre 2008 e 2016 · último partido PTB
38 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Vereador

Miguelzinho (Miguel Santos de Oliveira) disputou 3 eleições entre 2008 e 2016, para vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Castanhal em 2012. A maior votação foi em 2012, para vereador em Castanhal/PA: 942 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Castanhal/PA, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 1 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 944), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 568) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 40). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 205.

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Evolução da votação nas eleições

142 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Miguel Santos de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 8 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Miguelzinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Castanhal (PA) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 1 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 944) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 568). Em 2008, R$ 205 em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 2 milcontratados
Gastos em 2008R$ 205contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2012Vereador, Castanhal (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
15 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 18% · pessoas 69% · empresas 13%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 94453,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 56832,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 402,3%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 219 lançados como "diversas a especificar"R$ 21912,4%
2008Vereador, Castanhal (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 205
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 51% · pessoas 49%
Gasto contratado
R$ 205
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 205100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892