Ulenira Batista

Foto de Ulenira Batista Ribeiro Silva
Ulenira Batista
Ulenira Batista Ribeiro Silva (nome civil)
3 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PC do B
40 anos em 2016 · Feminino · Superior completo
Servidor Público Municipal

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ulenira Batista (Ulenira Batista Ribeiro Silva) disputou 3 eleições entre 2004 e 2016, para vereadora. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Governador Nunes Freire em 2012. A maior votação foi em 2012, para vereadora em Governador Nunes Freire/MA: 657 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Governador Nunes Freire/MA, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 250 de outros recursos do partido e R$ 5 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil), serviços de terceiros (R$ 1 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 690). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 100% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

376 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Ulenira Batista Ribeiro Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados

Ulenira Batista declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Governador Nunes Freire (MA) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 250 de outros recursos do partido e R$ 5 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e serviços de terceiros (R$ 1 mil). Em 2012, 100% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados
Gastos em 2012R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereadora, Governador Nunes Freire (MA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
4 doadores pessoas físicas
partido 5% · pessoas 95%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil49,3%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil24,1%
  • Materiais impressosR$ 69013,3%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2995,8%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 150 lançados como "diversas a especificar"R$ 3927,5%
2012Vereadora, Governador Nunes Freire (MA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleita em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892