6 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PSDB
62 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Operador de Aparelhos de Produção Industrial
redes informadas ao TSE
Tião Faria (Sebastião Lopes de Faria) disputou 6 eleições entre 2000 e 2020, para vereador e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Belo Oriente em 2020, 2016, 2012 e 2008. A maior votação foi em 2008, para vereador em Belo Oriente/MG: 851 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Belo Oriente/MG, declarou R$ 2 mil em receitas, de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 300), combustíveis e lubrificantes (R$ 240) e serviços advocatícios (R$ 50). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7 mil em 2016 e R$ 3 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
433 votos em 2020 (eleito) · 6 eleições
A votação de Sebastiao Lopes de Faria em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos
Tião Faria declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Belo Oriente (MG) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas, de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 300) e combustíveis e lubrificantes (R$ 240). Em 2016, R$ 7 mil em gastos contratados; em 2012, 62% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Receitas em 2020R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 13% · pessoas 80% · empresas 7% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Outras 1 categoriaR$ 6 mil100,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2020ELEITO · MÉDIA433LBelo Oriente, Minas Gerais · 62 anos · Branca · Ensino fundamental completo · Operador de Aparelhos de Produção Industrial · PSDB · nº 45145 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2016ELEITO688LBelo Oriente, Minas Gerais · 58 anos · Parda · Ensino fundamental incompleto · Vereador · PC do B · nº 65456 · ver resultado completo
Vice-Prefeito · 2000—LBelo Oriente, Minas Gerais · 42 anos · Ensino fundamental incompleto · PTB · nº 141 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Coligação: PFL / PSDB / PTB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.