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Zé Antônio

Foto de Jose Antonio Pereira Rangel
Zé Antônio
Jose Antonio Pereira Rangel (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2016 · PTB
63 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Aposentado (exceto Servidor Público)

Zé Antônio (José Antonio Pereira Rangel) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em São Luís do Paraitinga/SP: 64 votos. Na campanha de 2016 para vereador em São Luís do Paraitinga/SP, declarou R$ 941 em receitas: R$ 291 de outras campanhas, R$ 150 de doações privadas e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 939, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 400), publicidade por materiais impressos (R$ 291) e serviços de terceiros (R$ 150). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 314, 64% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

37 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Jose Antonio Pereira Rangel em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 941 em receitas · R$ 939 em gastos contratados

Zé Antônio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em São Luís do Paraitinga (SP) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 941 em receitas: R$ 291 de outras campanhas, R$ 150 de doações privadas e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 939, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 400) e publicidade por materiais impressos (R$ 291). Em 2012, 64% dos R$ 314 em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2016R$ 941campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 939contratados
Gastos em 2012R$ 314contratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, São Luís do Paraitinga (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 941
doações de pessoas
partido e outras campanhas 31% · pessoas 16% · próprios 53%
Gasto contratado
R$ 939
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 40042,6%
  • Materiais impressosR$ 29131,0%
  • Serviços de terceirosR$ 15016,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 9510,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 20,2%
2012Vereador, São Luís do Paraitinga (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 644
doações de pessoas
partido e outras campanhas 18% · pessoas 51% · próprios 31%
Gasto contratado
R$ 314
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 20063,6%
  • Materiais impressosR$ 6922,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4514,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.