Erotildes Alves dos Santos

Foto de Erotildes Alves dos Santos
Erotildes Alves dos Santos
4 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PMDB
61 anos em 2016 · Feminino · Ensino fundamental incompleto
Agricultor
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Tide (Erotildes Alves dos Santos) disputou 4 eleições entre 2000 e 2016, para vereadora. Ela foi eleita 2 vezes: vereadora de Monte Alegre dos Campos em 2016 e 2004. A maior votação foi em 2016, para vereadora em Monte Alegre dos Campos/RS: 164 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Monte Alegre dos Campos/RS, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 57 do Fundo Partidário, R$ 200 de doações privadas e R$ 850 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 497), publicidade por materiais impressos (R$ 207) e publicidade por adesivos (R$ 200). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 5 mil.

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Evolução da votação nas eleições

164 votos em 2016 (eleita) · 4 eleições

A votação de Erotildes Alves dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 1 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos contratados

Tide declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Monte Alegre dos Campos (RS) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 57 do Fundo Partidário, R$ 200 de doações privadas e R$ 850 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 497) e publicidade por materiais impressos (R$ 207). Em 2012, R$ 5 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados
Gastos em 2012R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereadora, Monte Alegre dos Campos (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 5% · pessoas 18% · próprios 77%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 49745,0%
  • Materiais impressosR$ 20718,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 20018,1%
  • Serviços de terceirosR$ 20018,1%
2012Vereadora, Monte Alegre dos Campos (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
empresas 61% · próprios 39%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 90319,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3006,6%
  • Materiais impressosR$ 751,6%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 3 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 3 mil72,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleita em 2004 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Erotildes Alves dos Santos (Tide): candidaturas e votos · Radar do Voto