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Toninho Pizoni

Foto de Antonio Pizoni
Toninho Pizoni
Antonio Pizoni (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2016 · PMDB
62 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Aposentado (exceto Servidor Público)

Toninho Pizoni (Antonio Pizoni) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Matelândia em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2012, para vereador em Matelândia/PR: 438 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Matelândia/PR, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 928 de outras campanhas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 926), serviços de terceiros (R$ 835) e publicidade por materiais impressos (R$ 350). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 mil, 85% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

264 votos em 2016 (eleito) · 2 eleições

A votação de Antonio Pizoni em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Toninho Pizoni declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Matelândia (PR) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 928 de outras campanhas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 926) e serviços de terceiros (R$ 835). Em 2012, 85% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2016R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados
Gastos em 2012R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2016Vereador, Matelândia (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 39% · próprios 61%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 92638,7%
  • Serviços de terceirosR$ 83534,9%
  • Materiais impressosR$ 35014,6%
  • Encargos sociaisR$ 28311,8%
2012Vereador, Matelândia (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 92% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil84,7%
  • Materiais impressosR$ 55212,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1202,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.