Carlos Eduardo da Silva Barroso

Foto de Carlos Eduardo da Silva Barroso
Carlos Eduardo da Silva Barroso
3 eleições entre 2012 e 2020 · último partido SOLIDARIEDADE
37 anos em 2020 · Masculino · Superior incompleto
Gerente
redes informadas ao TSE
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Lorde Dudu Carão (Carlos Eduardo da Silva Barroso) disputou 3 eleições entre 2012 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Cordisburgo/MG: 115 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Cordisburgo/MG, declarou R$ 433 em receitas: R$ 63 do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 370 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 370, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 230) e pessoal (R$ 140). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 768 em 2016 (50% com publicidade por materiais impressos) e R$ 508 em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

89 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Carlos Eduardo da Silva Barroso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 433 em receitas · R$ 370 em gastos

Lorde Dudu Carão declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Cordisburgo (MG) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 433 em receitas: R$ 63 do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 370 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 370, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 230) e pessoal (R$ 140). Em 2016, 50% dos R$ 768 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 67% dos R$ 508 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 433campanha encerrada
Gastos em 2020R$ 370campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 768contratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2020Vereador, Cordisburgo (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 433
sem doações de pessoas
FEFC 15% · próprios 85%
Gasto contratado
R$ 370
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 14037,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 23062,2%
2016Vereador, Cordisburgo (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 768
sem doações de pessoas
partido 62% · próprios 38%
Gasto contratado
R$ 768
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 38550,2%
  • Materiais impressosR$ 28036,5%
  • Serviços de terceirosR$ 101,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 9312,0%
2012Vereador, Cordisburgo (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 768
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 22% · próprios 78%
Gasto contratado
R$ 508
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 34066,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 16833,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Carlos Eduardo da Silva Barroso (Lorde Dudu Carão): candidaturas e votos · Radar do Voto