Kielse

Foto de Cleiton Kielse Bordini Crisostomo
Kielse
Cleiton Kielse Bordini Crisostomo (nome civil)
8 eleições entre 1994 e 2016 · último partido PMDB
49 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Estadual

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Kielse (Cleiton Kielse Bordini Crisóstomo) disputou 8 eleições entre 1994 e 2016, para prefeito, deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2010, 2006, 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PR: 61.874 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Ortigueira/PR, declarou R$ 90 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (40 doadores) e R$ 73 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 90 mil, principalmente com pessoal (R$ 23 mil), publicidade por adesivos (R$ 20 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 191 mil em 2014 (47% com publicidade por materiais impressos) e R$ 211 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

6.403 votos em 2016 · 8 eleições

A votação de Cleiton Kielse Bordini Crisostomo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 90 mil em receitas · R$ 90 mil em gastos contratados

Kielse declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Paraná em 2006, 2010 e 2014, e prefeito em Ortigueira (PR) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 90 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (40 doadores) e R$ 73 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 90 mil, principalmente com pessoal (R$ 23 mil) e publicidade por adesivos (R$ 20 mil). Em 2014, 47% dos R$ 191 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, 46% dos R$ 211 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2016R$ 90 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 90 milcontratados
Gastos em 2014R$ 191 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Ortigueira (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 90 mil
40 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 17% · próprios 82%
Gasto contratado
R$ 90 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 23 mil26,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 20 mil21,9%
  • Materiais impressosR$ 11 mil11,8%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 8 mil9,0%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 28 mil31,1%
2014Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 191 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 14% · pessoas menos de 1% · próprios 85%
Gasto contratado
R$ 191 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 89 mil46,7%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 84 mil44,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil2,5%
  • Publicidade por carros de somR$ 3 mil1,6%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil4,9%
2010Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 211 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 4% · empresas 30% · próprios 57%
Gasto contratado
R$ 211 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 98 mil46,5%
  • Materiais impressosR$ 54 mil25,7%
  • TelefoneR$ 2 mil1,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil0,9%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 871 lançados como "diversas a especificar"R$ 55 mil25,9%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 99 mil
sem doações de pessoas
empresas 22% · próprios 78%
Gasto contratado
R$ 99 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 56 mil56,6%
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil14,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil9,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8 mil8,1%
  • Outras 6 categoriasR$ 11 mil11,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2002, 2006 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892