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Djalma de Chiquinho

Foto de Djalma Alves de Souza
Djalma de Chiquinho
Djalma Alves de Souza (nome civil)
3 eleições entre 2008 e 2016 · último partido PR
47 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Agricultor

Djalma de Chiquinho (Djalma Alves de Souza) disputou 3 eleições entre 2008 e 2016, para vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Porto da Folha em 2016. A maior votação foi em 2016, para vereador em Porto da Folha/SE: 698 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Porto da Folha/SE, declarou R$ 554 em receitas: R$ 54 de outras campanhas, R$ 150 de doações privadas e R$ 350 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 554, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 404) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 150). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 375.

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Evolução da votação nas eleições

698 votos em 2016 (eleito) · 3 eleições

A votação de Djalma Alves de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 554 em receitas · R$ 554 em gastos contratados

Djalma de Chiquinho declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Porto da Folha (SE) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 554 em receitas: R$ 54 de outras campanhas, R$ 150 de doações privadas e R$ 350 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 554, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 404) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 150). Em 2008, R$ 375 em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 554campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 554contratados
Gastos em 2008R$ 375contratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Porto da Folha (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 554
doações de pessoas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 27% · próprios 63%
Gasto contratado
R$ 554
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 40472,9%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 15027,1%
2012Vereador, Porto da Folha (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 200
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2008Vereador, Porto da Folha (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 375
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 375
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 375100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.