Pontel (Gilvanio Pontel) disputou 6 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Tangará em 2016, 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Tangará/SC: 2.425 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Tangará/SC, declarou R$ 82 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil do Fundo Partidário, R$ 19 mil de doações privadas (17 doadores) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 78 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 15 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e serviços advocatícios (R$ 7 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 15 mil em 2016 e R$ 1 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
2.425 votos em 2020 · 6 eleições
A votação de Gilvanio Pontel em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 82 mil em receitas · R$ 78 mil em gastos
Pontel declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Tangará (SC) em 2008, 2012 e 2016, e prefeito em Tangará (SC) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 82 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil do Fundo Partidário, R$ 19 mil de doações privadas (17 doadores) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 78 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 15 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil). Em 2016, R$ 15 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 1 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 82 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 78 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 15 milcontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2016ELEITO350LTangará, Santa Catarina · 42 anos · Branca · Superior completo · Motorista de Veículos de Transporte Coletivo de Passageiros · PR · nº 22123 · ver resultado completo
Vereador · 2004ELEITO279LTangará, Santa Catarina · 30 anos · Superior completo · Senador, Deputado e Vereador · PSDB · nº 45656 · ver resultado completo
Vereador · 2000ELEITO146LTangará, Santa Catarina · 26 anos · Superior incompleto · Estudante, Bolsista, Estagiário e Assemelhados · PSDB · nº 45656 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.