Anderson Almeida

Foto de Anderson Ricardo de Almeida Feio
Anderson Almeida
Anderson Ricardo de Almeida Feio (nome civil)
4 eleições entre 2012 e 2026 · último partido UNIÃO
46 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Empresário
Candidato a Deputado Estadual · Amapá · Eleições 2026 · UNIÃO · nº 44144
redes informadas ao TSE

Anderson Almeida (UNIÃO) ficou como suplente de deputado estadual pelo Amapá em 2026, com 4.519 votos, pelo resultado oficial do TSE. Anderson Almeida (Anderson Ricardo de Almeida Feio) disputou 4 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Santana em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por AP: 4.519 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AP, declarou R$ 794 mil em receitas: R$ 387 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 387 mil do Fundo Partidário e R$ 21 mil de doações privadas (12 doadores). Os gastos contratados somam R$ 366 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 95 mil), serviços de terceiros (R$ 95 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 72 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 150 mil em 2018 (53% com publicidade por materiais impressos) e R$ 29 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

4.519 votos em 2026 · 4 eleições

A votação de Anderson Ricardo de Almeida Feio em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 794 mil em receitas · R$ 366 mil em gastos contratados

Anderson Almeida declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Santana (AP) em 2012 e 2016, deputado federal por Amapá em 2018, e deputado estadual por Amapá em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 794 mil em receitas: R$ 387 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 387 mil do Fundo Partidário e R$ 21 mil de doações privadas (12 doadores). Os gastos contratados somam R$ 366 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 95 mil) e serviços de terceiros (R$ 95 mil); R$ 285 mil já foram pagos. Em 2018, 53% dos R$ 150 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, R$ 29 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.

Receitas em 2026R$ 794 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 366 milcontratados, parcial; R$ 285 mil pagos
Gastos em 2018R$ 150 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42012, 2016, 2018 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 794 mil
12 doadores pessoas físicas
FEFC 49% · Fundo Partidário 49% · pessoas 3%
Gasto contratado
R$ 366 mil
pago até agora: R$ 285 mil (78%)
  • Materiais impressosR$ 95 mil26,0%
  • Serviços de terceirosR$ 95 mil26,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 72 mil19,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 50 mil13,7%
  • Outras 4 categoriasR$ 54 mil14,8%
2018Deputado federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 168 mil
6 doadores pessoas físicas
FEFC 89% · partido e outras campanhas 4% · pessoas 6% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 150 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 79 mil52,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 45 mil30,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 11 mil7,3%
  • ÁguaR$ 9 mil6,2%
  • Outras 2 categoriasR$ 6 mil3,9%
2016Vereador, Santana (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 29 mil
28 doadores pessoas físicas
pessoas 86% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 29 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 9 mil30,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 6 mil20,7%
  • Materiais impressosR$ 4 mil15,1%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil10,7%
  • Outras 5 categoriasR$ 7 mil23,2%
Ver a campanha anterior
2012Vereador, Santana (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 17% · pessoas 56% · empresas 27%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil72,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil27,9%
  • Serviços de terceirosR$ 0menos de 0,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892