Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Edivaldo Botelho (Edivaldo Botelho Pinheiro) disputou 2 eleições entre 2008 e 2016, para prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para prefeito em Santa Maria do Tocantins/TO, declarou R$ 54 mil em receitas: R$ 51 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 54 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil), serviços de terceiros (R$ 10 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 9 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 47 mil.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 54 mil em receitas · R$ 54 mil em gastos contratados
Edivaldo Botelho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Santa Maria do Tocantins (TO) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 54 mil em receitas: R$ 51 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 54 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil) e serviços de terceiros (R$ 10 mil). Em 2008, R$ 47 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 54 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 54 milcontratados
Gastos em 2008R$ 47 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 13% · pessoas 75% · empresas 4% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 47 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Outras 1 categoriaR$ 47 mil100,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 2008—LSanta Maria do Tocantins, Tocantins · 47 anos · Superior incompleto · PMDB · nº 15 · registro constava como indeferido com recurso nos dados do TSE · ver a eleição
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.