- PessoalR$ 2 mil17,0%
- Materiais impressosR$ 4734,0%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 900 lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil78,9%
Chico do Chuchu (José Guilherme Pereira Gomes) disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Campo Verde em 2008. A maior votação foi em 2008, para vereador em Campo Verde/MT: 395 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Campo Verde/MT, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido, R$ 6 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 164 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 6 mil), pessoal (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2012 (90% com publicidade por materiais impressos) e R$ 7 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jose Guilherme Pereira Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Chico do Chuchu declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Campo Verde (MT) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido, R$ 6 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 164 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 6 mil) e pessoal (R$ 2 mil). Em 2012, 90% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 48% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.