Gilberto Barreiro

Foto de Gilberto Guimarães Barreiro
Gilberto Barreiro
Gilberto Guimarães Barreiro (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PP
72 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gilberto Barreiro (Gilberto Guimarães Barreiro) disputou 8 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Pouso Alegre em 2020 e 2012. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MG: 4.608 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Pouso Alegre/MG, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 100 de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 6 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 23 mil em 2016 e R$ 43 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

1.479 votos em 2020 (eleito) · 8 eleições

A votação de Gilberto Guimarães Barreiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 11 mil em receitas · R$ 11 mil em gastos contratados

Gilberto Barreiro declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, e vereador em Pouso Alegre (MG) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 100 de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 6 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2016, R$ 23 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 43 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 11 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 11 milcontratados
Gastos em 2016R$ 23 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Pouso Alegre (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 90% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 11 mil
pago: R$ 11 mil (96%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 6 mil57,0%
  • Materiais impressosR$ 2 mil15,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil8,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 8227,3%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 80 lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil11,6%
2016Vereador, Pouso Alegre (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 24% · próprios 76%
Gasto contratado
R$ 23 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 9 mil37,4%
  • Materiais impressosR$ 8 mil33,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil10,0%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 2 mil8,7%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 384 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil10,2%
2012Vereador, Pouso Alegre (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 71 mil
27 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 38% · próprios 54%
Gasto contratado
R$ 43 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 12 mil28,2%
  • Materiais impressosR$ 11 mil26,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 6 mil15,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil14,1%
  • Outras 3 categoriasR$ 7 mil15,9%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Vereador, Pouso Alegre (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 11% · próprios 89%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil51,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil26,7%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil15,4%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1832,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 4214,8%
2006Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 18% · pessoas 80% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil34,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil14,8%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil14,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 1 mil11,2%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 576 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil25,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2012 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892