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Chicão

Foto de Francisco Wanderlei Corrêa Lopes
Chicão
Francisco Wanderlei Corrêa Lopes (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2016 · último partido PTN
43 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Cientista Político

Chicão (Francisco Wanderlei Corrêa Lopes) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Santarém/PA: 630 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Santarém/PA, declarou R$ 940 em receitas: R$ 770 de outras campanhas e R$ 170 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 940, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 600), publicidade por materiais impressos (R$ 170) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 170). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 11 mil, 56% com cessão ou locação de veículos.

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Evolução da votação nas eleições

302 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Francisco Wanderlei Corrêa Lopes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 940 em receitas · R$ 940 em gastos contratados

Chicão declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Santarém (PA) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 940 em receitas: R$ 770 de outras campanhas e R$ 170 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 940, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 600) e publicidade por materiais impressos (R$ 170). Em 2012, 56% dos R$ 11 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.

Receitas em 2016R$ 940campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 940contratados
Gastos em 2012R$ 11 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Santarém (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 940
doações de pessoas
partido e outras campanhas 82% · pessoas 18%
Gasto contratado
R$ 940
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 60063,8%
  • Materiais impressosR$ 17018,1%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 17018,1%
2012Vereador, Santarém (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 55% · próprios 45%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil56,5%
  • Materiais impressosR$ 5 mil40,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3583,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.