- Serviços de terceirosR$ 610 mil27,8%
- Materiais impressosR$ 175 mil8,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 100 mil4,6%
- Militância e mobilização de ruaR$ 34 mil1,5%
- Locação de imóveisR$ 12 mil0,5%
- Outras 11 categoriasR$ 1,3 milhão57,6%
Marcelo Ramos (Marcelo Ramos Rodrigues) disputou 10 eleições entre 2000 e 2024, para prefeito, deputado federal, governador, vice-governador, vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2018; deputado estadual em 2010; vereador de Manaus em 2008. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Manaus/AM: 457.809 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 81,8 milhões empenhados em 44 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023, para 64 municípios; 94% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2024 para prefeito em Manaus/AM, declarou R$ 2,2 milhões em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 2,2 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,1 milhão), serviços de terceiros (R$ 610 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 175 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 3,1 milhões em 2022 e R$ 1,4 milhão em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcelo Ramos Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marcelo Ramos declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Manaus (AM) em 2008, deputado estadual por Amazonas em 2010, governador por Amazonas em 2014, prefeito em Manaus (AM) em 2016 e 2024, e deputado federal por Amazonas em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 2,2 milhões em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 2,2 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,1 milhão) e serviços de terceiros (R$ 610 mil). Em 2022, R$ 3,1 milhões em gastos; em 2018, R$ 1,4 milhão em gastos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos teve R$ 81,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 44 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 64 municípios. Já foram pagos R$ 76,5 milhões (94%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (58%). As cidades que mais receberam foram Autazes, Parintins e Careiro.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 32,1 milhões | R$ 32,1 milhões | 100% | 7 | 3 |
| 2022 | R$ 18,4 milhões | R$ 18 milhões | 98% | 14 | 11 |
| 2021 | R$ 15,6 milhões | R$ 15,6 milhões | 99% | 9 | 21 |
| 2020 | R$ 15,6 milhões | R$ 10,8 milhões | 69% | 14 | 44 |
| Total | R$ 81,7 milhões | R$ 76,4 milhões | 94% | 44 | 64 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.