- PessoalR$ 266 mil39,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 182 mil27,2%
- Materiais impressosR$ 114 mil17,0%
- Publicidade por adesivosR$ 34 mil5,1%
- Outras 8 categoriasR$ 72 mil10,8%
Segundo o Radar do Voto, na eleição de 2026 para deputado federal por Minas Gerais, Ruy Muniz (PV) teve 42.991 votos nas urnas, anulados segundo os dados do TSE (situação do registro: indeferida com recurso). Esses votos não entram nos votos válidos. O resultado dessa candidatura depende da decisão final da Justiça Eleitoral sobre o registro. Ruy Muniz (Ruy Adriano Borges Muniz) disputou 11 eleições entre 2000 e 2026, para deputado federal, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Montes Claros em 2012; deputado estadual em 2006; vereador de Montes Claros em 2004. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Montes Claros/MG: 105.610 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por MG, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 875 mil de doações privadas (85 doadores) e R$ 300 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 669 mil, principalmente com pessoal (R$ 266 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 182 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 114 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 550 mil em 2024 (55% com pessoal) e R$ 1,1 milhão em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ruy Adriano Borges Muniz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ruy Muniz declarou receitas e gastos ao TSE em 9 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, prefeito em Montes Claros (MG) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado federal por Minas Gerais em 2010, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 875 mil de doações privadas (85 doadores) e R$ 300 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 669 mil, principalmente com pessoal (R$ 266 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 182 mil); R$ 583 mil já foram pagos. Em 2024, 55% dos R$ 550 mil em gastos foram com pessoal; em 2022, 60% dos R$ 1,1 milhão em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.