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Lauriano Artico

Foto de Lauriano Artico
Lauriano Artico
3 eleições entre 2000 e 2016 · PMDB
52 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Empresário

Lauriano Artico disputou 3 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Paraí em 2008. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Paraí/RS: 3.070 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Paraí/RS, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 127 do Fundo Partidário, R$ 300 de doações privadas e R$ 23 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 5 mil) e publicidade por adesivos (R$ 5 mil).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

2.728 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Lauriano Artico em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 23 mil em receitas · R$ 23 mil em gastos contratados

Lauriano Artico declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Paraí (RS) em 2016 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 127 do Fundo Partidário, R$ 300 de doações privadas e R$ 23 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 5 mil). Em 2016, R$ 21 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 23 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 23 milcontratados
Gastos em 2016R$ 21 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Paraí (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário menos de 1% · pessoas 1% · próprios 98%
Gasto contratado
R$ 23 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil23,9%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5 mil21,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 5 mil20,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil8,5%
  • Outras 5 categoriasR$ 6 mil25,5%
2016Prefeito, Paraí (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 48% · pessoas 5% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 7 mil34,5%
  • Materiais impressosR$ 6 mil27,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 3 mil14,5%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil10,7%
  • Outras 4 categoriasR$ 3 mil12,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.