Marco Antonio Rosi

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Marco Antonio Rosi
6 eleições entre 1994 e 2012 · último partido PSDB
61 anos em 2012 · Masculino · Superior completo
Médico
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Dr Rossi (Marco Antônio Rosi) disputou 6 eleições entre 1994 e 2012, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Poços de Caldas em 2000 e 1996. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por MG: 3.754 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Poços de Caldas/MG, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 737), publicidade por jornais e revistas (R$ 480) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 427). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 6 mil.

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Evolução da votação nas eleições

326 votos em 2012 · 6 eleições

A votação de Marco Antonio Rosi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 4 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Dr Rossi declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Poços de Caldas (MG) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 737) e publicidade por jornais e revistas (R$ 480). Em 2008, R$ 6 mil em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 2 milcontratados
Gastos em 2008R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Poços de Caldas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 31% · próprios 69%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 73730,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 48019,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 42717,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 35014,2%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 10 lançados como "diversas a especificar"R$ 46618,9%
2008Vereador, Poços de Caldas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 8% · empresas 8% · próprios 84%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil19,2%
  • PessoalR$ 76012,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 70011,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5438,5%
  • Outras 5 categoriasR$ 3 mil49,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Marco Antonio Rosi (Dr Rossi): candidaturas e votos · Radar do Voto