Waldemar Antonio Lemes Filho

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Waldemar Antonio Lemes Filho
7 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PMDB
61 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Empresário
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Waldemar-Ademarzinho (Waldemar Antônio Lemes Filho) disputou 7 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito, vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Poços de Caldas em 2008, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MG: 5.216 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Poços de Caldas/MG, declarou R$ 26 mil em receitas: R$ 25 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e publicidade por adesivos (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 74 mil em 2010 e R$ 29 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

2.479 votos em 2016 · 7 eleições

A votação de Waldemar Antonio Lemes Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 26 mil em receitas · R$ 26 mil em gastos contratados

Waldemar-Ademarzinho declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Poços de Caldas (MG) em 2008, deputado estadual por Minas Gerais em 2010, e prefeito em Poços de Caldas (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 26 mil em receitas: R$ 25 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil). Em 2010, R$ 74 mil em gastos contratados; em 2008, 49% dos R$ 29 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2016R$ 26 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 26 milcontratados
Gastos em 2010R$ 74 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2010 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Poços de Caldas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
25 doadores pessoas físicas
pessoas 95% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 26 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil17,5%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil7,6%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil5,1%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil3,8%
  • Outras 4 categoriasR$ 18 mil66,1%
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 74 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 47% · empresas 9% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 74 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 20 mil26,7%
  • Materiais impressosR$ 8 mil10,7%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil2,2%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil1,5%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 466 lançados como "diversas a especificar"R$ 44 mil58,8%
2008Vereador, Poços de Caldas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 29 mil
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 65% · empresas 34%
Gasto contratado
R$ 29 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 15 mil49,4%
  • Materiais impressosR$ 4 mil14,5%
  • Serviços de terceirosR$ 1950,7%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 821 lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil35,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1996, 2000 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885