- Militância e mobilização de ruaR$ 578 mil56,7%
- Materiais impressosR$ 220 mil21,6%
- Cessão ou locação de veículosR$ 55 mil5,4%
- Serviços advocatíciosR$ 40 mil3,9%
- Outras 8 categoriasR$ 125 mil12,3%
Bispo Paulo Luiz (PL) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio Grande do Norte em 2026, com 12.567 votos, pelo resultado oficial do TSE. Bispo Paulo Luiz (Paulo Luiz da Silva Pereira) disputou 5 eleições entre 2010 e 2026, para deputado estadual, vereador e deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: vereador de São Luís em 2012. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por MA: 35.292 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RN, declarou R$ 1,2 milhão em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 578 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 220 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 55 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 86 mil em 2016 (52% com publicidade por materiais impressos) e R$ 158 mil em 2014.
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A votação de Paulo Luiz da Silva Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Bispo Paulo Luiz declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Maranhão em 2010, vereador em São Luís (MA) em 2012 e 2016, deputado federal por Maranhão em 2014, e deputado estadual por Rio Grande do Norte em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,2 milhão em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 578 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 220 mil); R$ 332 mil já foram pagos. Em 2016, 52% dos R$ 86 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, 73% dos R$ 158 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.