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Felipão

Foto de Felipe Oliveira de Almeida
Felipão
Felipe Oliveira de Almeida (nome civil)
3 eleições entre 2012 e 2016 · último partido PSC
28 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Agente Administrativo

Felipão (Felipe Oliveira de Almeida) disputou 3 eleições entre 2012 e 2016, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por AP: 72 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Mazagão/AP, declarou R$ 800 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 800, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 800). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2014 (86% com serviços de terceiros) e R$ 2 mil em 2012.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

23 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Felipe Oliveira de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 800 em receitas · R$ 800 em gastos contratados

Felipão declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Mazagão (AP) em 2012 e 2016, e deputado estadual por Amapá em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 800 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 800, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 800). Em 2014, 86% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2012, 60% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.

Receitas em 2016R$ 800campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 800contratados
Gastos em 2014R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2016Vereador, Mazagão (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 800
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 800
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 800100,0%
2014Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
3 doadores pessoas físicas
partido 14% · pessoas 86%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil86,1%
  • Materiais impressosR$ 1758,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1165,5%
2012Vereador, Mazagão (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil60,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 60024,1%
  • Materiais impressosR$ 39415,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.