Pangardi

Foto de João Pangardi
Pangardi
João Pangardi (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido REPUBLICANOS
53 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Pangardi (João Pangardi) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vice-prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Monte Alegre de Minas/MG, declarou R$ 962 em receitas: R$ 142 de outras campanhas, R$ 120 de doações privadas e R$ 700 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 962, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 400), publicidade por adesivos (R$ 220) e publicidade por materiais impressos (R$ 138).

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Financiamento das campanhas

2016: R$ 962 em receitas · R$ 962 em gastos contratados

Pangardi declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Monte Alegre de Minas (MG) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 962 em receitas: R$ 142 de outras campanhas, R$ 120 de doações privadas e R$ 700 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 962, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 400) e publicidade por adesivos (R$ 220).

Receitas em 2016R$ 962campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 962contratados
Campanhas12016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Monte Alegre de Minas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 962
doações de pessoas
partido e outras campanhas 15% · pessoas 12% · próprios 73%
Gasto contratado
R$ 962
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 40041,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 22022,9%
  • Materiais impressosR$ 13814,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 12012,5%
  • Outras 4 categoriasR$ 848,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892