- Impulsionamento de conteúdosR$ 4 mil73,9%
- Publicidade por adesivosR$ 1 mil20,7%
- Serviços contábeisR$ 2404,5%
- Criação e inclusão de páginas na internetR$ 400,7%
- Outras 1 categoriaR$ 80,1%
Lical (Luís Carlos Pena e Silva) disputou 8 eleições entre 1996 e 2020, para vereador e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Poços de Caldas em 2012, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por MG: 8.942 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Poços de Caldas/MG, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 750 de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 4 mil), publicidade por adesivos (R$ 1 mil) e serviços contábeis (R$ 240). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 8 mil em 2016 (44% com publicidade por materiais impressos) e R$ 10 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Luis Carlos Pena e Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Lical declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Poços de Caldas (MG) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 750 de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 4 mil) e publicidade por adesivos (R$ 1 mil). Em 2016, 44% dos R$ 8 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 47% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.