Francisco Canindé Miranda de Vasconcelos

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Francisco Canindé Miranda de Vasconcelos
5 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PRB
54 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Dr. Canindé Vasconcelos (Francisco Canindé Miranda de Vasconcelos) disputou 5 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Vigia em 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PA: 1.636 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Vigia/PA, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 5 do Fundo Partidário, R$ 5 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 600 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com baixa de estimaveis - publicidade por carros de som (R$ 2 mil), serviços de terceiros (R$ 2 mil) e locação de imóveis (R$ 600). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2008 (55% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro) e R$ 774 em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

164 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de Francisco Canindé Miranda de Vasconcelos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados

Dr. Canindé Vasconcelos declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Pará em 2006, vereador em Vigia (PA) em 2008, e prefeito em Vigia (PA) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 5 do Fundo Partidário, R$ 5 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 600 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com baixa de estimaveis - publicidade por carros de som (R$ 2 mil) e serviços de terceiros (R$ 2 mil). Em 2008, 55% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro; em 2006, 50% dos R$ 774 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados
Gastos em 2008R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Vigia (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
5 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário menos de 1% · pessoas 88% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil30,7%
  • Locação de imóveisR$ 60011,5%
  • Materiais impressosR$ 5menos de 0,1%
  • Outras 4 categoriasR$ 3 mil57,6%
2008Vereador, Vigia (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido 10% · pessoas 45% · próprios 45%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 31017,2%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil82,8%
2006Deputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 790
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 774
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 39050,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 38449,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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