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Rafael Daux

Foto de Rafael Filomeno Daux
Rafael Daux
Rafael Filomeno Daux (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido PP
30 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Vereador

Rafael Daux (Rafael Filomeno Daux) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Florianópolis em 2016. A maior votação foi em 2016, para vereador em Florianópolis/SC: 3.018 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Florianópolis/SC, declarou R$ 45 mil em receitas: R$ 26 mil de doações privadas e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 44 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 13 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 6 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 130 mil, 44% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

1.166 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Rafael Filomeno Daux em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 45 mil em receitas · R$ 44 mil em gastos

Rafael Daux declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Florianópolis (SC) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 45 mil em receitas: R$ 26 mil de doações privadas e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 44 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 13 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil). Em 2016, 44% dos R$ 130 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 45 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 44 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 130 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Florianópolis (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 45 mil
doações de pessoas
pessoas 58% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 44 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 13 mil29,5%
  • Materiais impressosR$ 11 mil25,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 6 mil14,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 5 mil12,5%
  • Outras 6 categoriasR$ 8 mil18,3%
2016Vereador, Florianópolis (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 130 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 98%
Gasto contratado
R$ 130 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 57 mil43,9%
  • Serviços de terceirosR$ 40 mil31,0%
  • Locação de imóveisR$ 13 mil9,9%
  • Publicidade por adesivosR$ 6 mil5,0%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 13 mil10,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.