Tino Camelo (Justino Camelo Rocha) disputou 4 eleições entre 2008 e 2020, para vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Natividade em 2012. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Natividade/TO: 552 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Natividade/TO, declarou R$ 43 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Partidário, R$ 23 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 43 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 8 mil), baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 6 mil) e serviços de terceiros (R$ 5 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 mil, 73% com pessoal.
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Evolução da votação nas eleições
552 votos em 2016 · 4 eleições
A votação de Justino Camelo Rocha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 43 mil em receitas · R$ 43 mil em gastos contratados
Tino Camelo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Natividade (TO) em 2012, e prefeito em Natividade (TO) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 43 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Partidário, R$ 23 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 43 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 8 mil) e baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 6 mil). Em 2012, 73% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2016R$ 43 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 43 milcontratados
Gastos em 2012R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 73% · pessoas 19% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 3 mil73,3%
Materiais impressosR$ 4009,4%
Materiais impressosR$ 3307,8%
Outras 1 categoriaR$ 4009,4%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2008—LNatividade, Tocantins · 31 anos · Ensino médio completo · Empresário · PPS · nº 23333 · registro constava como cancelado nos dados do TSE · ver a eleição
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.