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Evandro Alves

Foto de Evandro Alves de Almeida
Evandro Alves
Evandro Alves de Almeida (nome civil)
9 eleições entre 1996 e 2026 · último partido PSDB
65 anos em 2026 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Vereador
Candidato a Deputado Estadual · Minas Gerais · Eleições 2026 · PSDB · nº 45007
redes informadas ao TSE

Evandro Alves (PSDB) ficou como suplente de deputado estadual por Minas Gerais em 2026, com 956 votos, pelo resultado oficial do TSE. Evandro Alves (Evandro Alves de Almeida) disputou 9 eleições entre 1996 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Congonhas em 2016, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por MG: 956 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MG, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 14 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2024 (49% com publicidade por adesivos) e R$ 3 mil em 2020.

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Evolução da votação nas eleições

956 votos em 2026 · 9 eleições

A votação de Evandro Alves de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 16 mil em receitas

Evandro Alves declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Congonhas (MG) em 2008, 2012, 2016 e 2020, vereador em Jequitinhonha (MG) em 2024, e deputado estadual por Minas Gerais em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 3 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 14 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Em 2024, 49% dos R$ 2 mil em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2020, 50% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.

Receitas em 2026R$ 16 milparcial, até 14/10/2026
Gastos em 2024R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2008 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 85% · próprios 15%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2024Vereador, Jequitinhonha (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 32% · próprios 68%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil49,2%
  • Materiais impressosR$ 44018,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 31713,2%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2008,3%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 263 doados a outros candidatos e partidosR$ 26311,0%
2020Vereador, Congonhas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 37% · próprios 63%
Gasto contratado
R$ 3 mil
pago: R$ 3 mil (99%)
  • Materiais impressosR$ 2 mil49,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 1 mil46,5%
  • Materiais de expedienteR$ 1093,6%
Ver as 3 campanhas anteriores
2016Vereador, Congonhas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 5% · próprios 95%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 4 mil67,9%
  • Materiais impressosR$ 96116,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 60010,3%
  • Serviços de terceirosR$ 3005,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 160,3%
2012Vereador, Congonhas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 45% · pessoas 34% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil84,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil11,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2642,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1001,1%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 101 lançados como "diversas a especificar"R$ 1011,1%
2008Vereador, Congonhas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 34 mil
32 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 19% · empresas 29% · próprios 45%
Gasto contratado
R$ 34 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil24,3%
  • PessoalR$ 7 mil19,1%
  • Serviços de terceirosR$ 6 mil18,1%
  • Materiais de expedienteR$ 3 mil9,0%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 170 lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil29,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.