- PessoalR$ 25 mil32,6%
- Publicidade por carros de somR$ 17 mil21,4%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 15 mil19,1%
- ComíciosR$ 11 mil14,3%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil12,6%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Edésio (Edésio Sarmento Silva) disputou 1 eleição, em 2016, para prefeito em Jordânia/MG, com 2.784 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para prefeito em Jordânia/MG, declarou R$ 81 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Partidário, R$ 526 de outros recursos do partido, R$ 21 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 56 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 77 mil, principalmente com pessoal (R$ 25 mil), publicidade por carros de som (R$ 17 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 15 mil).
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Edésio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Jordânia (MG) em 2016 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 81 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Partidário, R$ 526 de outros recursos do partido, R$ 21 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 56 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 77 mil, principalmente com pessoal (R$ 25 mil) e publicidade por carros de som (R$ 17 mil). Em 2016, R$ 37 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.