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Ricardo L. Carmo

Foto de Ricardo Lourenço do Carmo
Ricardo L. Carmo
Ricardo Lourenço do Carmo (nome civil)
4 eleições entre 2012 e 2018 · último partido MDB
49 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio incompleto
Empresário

Ricardo L. Carmo (Ricardo Lourenço do Carmo) disputou 4 eleições entre 2012 e 2018, para deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em São Paulo/SP: 2.545 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por SP, declarou R$ 22 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outras campanhas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 6 mil), pessoal (R$ 2 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 14 mil em 2016 e R$ 33 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

1.709 votos em 2018 · 4 eleições

A votação de Ricardo Lourenço do Carmo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 22 mil em receitas · R$ 12 mil em gastos

Ricardo L. Carmo declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2012 e 2016, e deputado estadual por São Paulo em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 22 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outras campanhas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 6 mil) e pessoal (R$ 2 mil). Em 2016, R$ 14 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 33 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 22 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 12 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 14 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42012, 2014, 2016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
sem doações de pessoas
FEFC 45% · partido e outras campanhas 27% · próprios 27%
Gasto contratado
R$ 12 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 6 mil52,8%
  • PessoalR$ 2 mil12,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil11,3%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 8006,7%
  • Outras 4 categoriasR$ 2 mil16,7%
2016Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 25% · partido e outras campanhas 8% · pessoas menos de 1% · próprios 67%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 4 mil27,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil22,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil16,7%
  • Materiais impressosR$ 1 mil7,8%
  • Outras 7 categoriasR$ 4 mil25,9%
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 33 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 60% · pessoas 1% · empresas 6% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 33 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil19,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 6 mil18,9%
  • PessoalR$ 6 mil18,6%
  • Materiais impressosR$ 5 mil13,9%
  • Outras 9 categoriasR$ 10 mil29,5%
Ver a campanha anterior
2012Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
sem doações de pessoas
partido 45% · próprios 55%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil37,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil28,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil24,0%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 8406,6%
  • Outras 2 categoriasR$ 4753,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.