Patricia Rossi (Patricia Aparecida Rossi) disputou 3 eleições entre 2012 e 2022, para deputada estadual e vereadora, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputada estadual por SP: 647 votos. Na campanha de 2022 para deputada estadual por SP, declarou R$ 50 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 28 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 8 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 13 mil em 2016 e R$ 7 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
647 votos em 2022 · 3 eleições
A votação de Patricia Aparecida Rossi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 50 mil em receitas · R$ 50 mil em gastos
Patricia Rossi declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Bauru (SP) em 2012 e 2016, e deputada estadual por São Paulo em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 50 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 28 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 8 mil). Em 2016, R$ 13 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 7 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 50 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 50 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 13 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 14% · pessoas 61% · empresas 25%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 3 mil39,0%
Materiais de expedienteR$ 2 mil24,9%
Materiais impressosR$ 2 mil22,3%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5007,3%
Outras 3 categoriasR$ 4456,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2012SUPLENTE215LBauru, São Paulo · 45 anos · Ensino médio completo · Técnico Contabilidade, Estatística, Economia Doméstica e Administração · PSD · nº 55500 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.