Gabriel Vieira de Souza

Foto de Gabriel Vieira de Souza
Gabriel Vieira de Souza
5 eleições entre 2010 e 2026 · último partido MDB
42 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Veterinário
redes informadas ao TSE
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Gabriel Souza (MDB) teve 510.698 votos para governador do Rio Grande do Sul em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Gabriel Souza (Gabriel Vieira de Souza) disputou 5 eleições entre 2010 e 2026, para governador, vice-governador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vice-governador em 2022; deputado estadual em 2018 e 2014. A maior votação foi em 2026, para governador por RS: 510.698 votos. Na campanha de 2026 para governador por RS, declarou R$ 7,8 milhões em receitas: R$ 6,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil do Fundo Partidário, R$ 1 milhão de outros recursos do partido e R$ 356 mil de doações privadas (15 doadores). Os gastos contratados somam R$ 5,7 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2,1 milhões), serviços de terceiros (R$ 1,5 milhão) e impulsionamento de conteúdos (R$ 505 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 382 mil em 2018 e R$ 260 mil em 2014.

Vice-Governador · 2022
3.687.126
votos · RS · vice não recebe voto nominal
ELEITO2º TURNO
Mandato até 2026
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

510.698 votos em 2026 · 5 eleições

A votação de Gabriel Vieira de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 7,8 milhões em receitas · R$ 5,7 milhões em gastos contratados

Gabriel Souza declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2010, 2014 e 2018, e governador por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 7,8 milhões em receitas: R$ 6,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil do Fundo Partidário, R$ 1 milhão de outros recursos do partido e R$ 356 mil de doações privadas (15 doadores). Os gastos contratados somam R$ 5,7 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2,1 milhões) e serviços de terceiros (R$ 1,5 milhão); R$ 3,6 milhões já foram pagos. Em 2018, R$ 382 mil em gastos; em 2014, R$ 260 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 7,8 milhõesparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 5,7 milhõescontratados, parcial; R$ 3,6 milhões pagos
Gastos em 2018R$ 382 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42010, 2014, 2018 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialGovernador, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7,8 milhões
15 doadores pessoas físicas
FEFC 81% · Fundo Partidário menos de 1% · partido 13% · pessoas 5%
Gasto contratado
R$ 5,7 milhões
pago até agora: R$ 3,6 milhões (62%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2,1 milhões37,3%
  • Serviços de terceirosR$ 1,5 milhão25,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 505 mil8,8%
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 450 mil7,8%
  • Outras 16 categoriasR$ 1,2 milhão20,5%
2018Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 386 mil
171 doadores pessoas físicas
FEFC 39% · partido e outras campanhas 16% · pessoas 44% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 382 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 132 mil34,5%
  • Materiais impressosR$ 93 mil24,2%
  • Serviços de terceirosR$ 72 mil18,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 17 mil4,5%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 24 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 69 mil18,1%
2014Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 260 mil
79 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 47% · pessoas 20% · empresas 33%
Gasto contratado
R$ 260 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 78 mil30,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 56 mil21,7%
  • Materiais impressosR$ 48 mil18,5%
  • Serviços de terceirosR$ 29 mil11,3%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 48 mil18,5%
Ver a campanha anterior
2010Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 119 mil
22 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 42% · empresas 47% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 119 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 55 mil46,0%
  • Materiais impressosR$ 12 mil10,5%
  • PessoalR$ 8 mil6,5%
  • Locação de imóveisR$ 7 mil5,9%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 37 mil31,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2014, 2018 e 2022

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892