- PessoalR$ 12 mil57,7%
- Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil21,1%
- AlimentaçãoR$ 2 mil7,5%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil7,5%
- Outras 2 categoriasR$ 1 mil6,1%

Gabriel Ricardo (Gabriel Ricardo Coelho de Souza) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Manaus/AM, com 255 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Manaus/AM, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário e R$ 1 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com pessoal (R$ 12 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil) e alimentação (R$ 2 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Gabriel Ricardo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Manaus (AM) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário e R$ 1 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com pessoal (R$ 12 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.