Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ney Coutinho (Ney Paes Barreto Coutinho) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Porciúncula/RJ, com 147 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Porciúncula/RJ, declarou R$ 985 em receitas: R$ 382 de outras campanhas e R$ 603 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 985, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 632), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 150) e publicidade por adesivos (R$ 96).
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 985 em receitas · R$ 985 em gastos contratados
Ney Coutinho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Porciúncula (RJ) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 985 em receitas: R$ 382 de outras campanhas e R$ 603 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 985, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 632) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 150).
Serviços próprios prestados por terceirosR$ 15015,2%
Publicidade por adesivosR$ 969,7%
Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 60,6%
Outras 1 categoriainclui R$ 101 lançados como "diversas a especificar"R$ 10110,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2016SUPLENTE147LPorciúncula, Rio de Janeiro · 65 anos · Branca · Ensino médio completo · Técnico em Informática · PTB · nº 14444 · ver resultado completo
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.