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Edna

Foto de Antonia Edna Santos de Souza
Edna
Antonia Edna Santos de Souza (nome civil)
2 eleições entre 2014 e 2016 · último partido PT do B
54 anos em 2016 · Feminino · Superior completo

Edna (Antonia Edna Santos de Souza) disputou 2 eleições entre 2014 e 2016, para vereadora e deputada federal, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputada federal por SP: 2.277 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Itaquaquecetuba/SP, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 458 de outras campanhas e R$ 15 mil de doações privadas (16 doadores). Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com pessoal (R$ 6 mil), militância e mobilização de rua (R$ 4 mil) e publicidade por carros de som (R$ 3 mil). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 60 mil, 41% com cessão ou locação de veículos.

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Evolução da votação nas eleições

546 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Antonia Edna Santos de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 16 mil em receitas · R$ 15 mil em gastos contratados

Edna declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada federal por São Paulo em 2014, e vereadora em Itaquaquecetuba (SP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 458 de outras campanhas e R$ 15 mil de doações privadas (16 doadores). Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com pessoal (R$ 6 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 4 mil). Em 2014, 41% dos R$ 60 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.

Receitas em 2016R$ 16 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 15 milcontratados
Gastos em 2014R$ 60 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereadora, Itaquaquecetuba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
16 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 97%
Gasto contratado
R$ 15 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 6 mil36,1%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil26,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 3 mil22,3%
  • Materiais impressosR$ 1 mil6,7%
  • Outras 5 categoriasR$ 1 mil8,7%
2014Deputada federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 60 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 60% · pessoas 7% · empresas menos de 1% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 60 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 24 mil40,7%
  • PessoalR$ 14 mil22,5%
  • Materiais impressosR$ 9 mil15,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil8,3%
  • Outras 5 categoriasR$ 8 mil12,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.